não sabes o que é perder toda a confiança que tinhas numa pessoa, não sabes como é tentar reavê-la. não sabes o que é depender sempre de algo e ficares sem ele. não sabes a dificuldade que é encontrar algo parecido ou até mesmo igual a ele. não sabes o que é perder a única pessoa que te importava, nem sabes como voltar a ganhar outra com tanto valor ou mais ainda. não sabes o que é uma pessoa significar tudo para ti e nem sequer significares o mínimo da importância que ela tem para ti, para ela. não sabes o que é pensar que se pode contar com alguém e esse alguém não estar lá. não sabes o que é ser invisível, nem incapaz. não sabes a dor que causas a alguém, nem sabes como fazê-la sentir melhor (...) não sabes nada disto, nem sabes muito mais coisas, porque o ser humano é muito complexo. nem ele próprio sabe o que faz, o que é, o que tem!
por isso, não digas que sabes tudo de mim, porque nem o pouco eu sei. não digas que me conheces porque nem eu (ainda) sei quem sou. não digas coisas que não sabes, há limites e o teu vai de uma bochecha à outra e aquilo que não sabes, é estar calado.
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